Para enfrentar Google Maps, Microsoft investe em projeto open source

Uma das áreas em que a Google está muito à frente da Microsoft é na de mapeamento – o Google Maps é o serviço dominante da Internet. A gigante dos softwares, porém, está investindo no setor ao mesmo tempo que esconde o jogo. Como? Ajudando no desenvolvimento do projeto de código aberto OpenStreetMap.

O serviço funciona de forma semelhante à Wikipedia. A fundação responsável por sua construção depende dos voluntários para levá-lo adiante – já são mais de 500 mil envolvidos. Os dados são liberados gratuitamente tanto para os usuários quanto para empresas.

Segundo reportagem recente do periódico New York Times, pequenos sinais de sucesso estão aparecendo. Uma série de companhias tem desistido do Google Maps por causa das altas taxas cobradas, substituindo-o pelo serviço open source. A rede social Foursquare, por exemplo, é uma das que migraram, além do iPhoto, o software de gerenciamento de fotos da Apple.

Nos bastidores, é a Microsoft que age. O fundador do projeto, Steve Coast, apesar de não tê-lo abandonado, foi contratado pela companhia como principal arquiteto do Bing para dispositivos móveis. Em novembro de 2010, quando anunciou a novidade, ela disse que Coast “melhoria a experiência com mapas para clientes e parceiros, e lideraria os esforços para unir o OpenStreetMap a outras iniciativas de código aberto.”

O executivo estaria trabalhando para tornar mais simples a tarefa de obter e usar informações do OpenStreetMap. De acordo com a mesma matéria do New York Times, a Microsoft já teria doado “valiosos dados” para o serviço, que também é adotado pelo Bing.

Qualquer participação que o projeto tomar do Google Maps será bom para a Microsoft, considerando sua ligação com ele. Por enquanto, a companhia de Mountain View se mantém líder incontestável: em fevereiro, 71% dos 92 milhões de norte-americanos que visualizaram mapas utilizaram seu produto, afirma o instituto comScore.

Fonte: Site IDG Now.

 

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Microsoft irá cobrar 15 dólares para atualizar Windows 7

A Microsoft irá cobrar 14,99 dólares de usuários que comprarem um novo PC com Windows 7 e queiram uma atualização para o Windows 8, de acordo com um relatório. O custo da atualização foi revelada ontem por Paul Thurrott, um blogueiro popular que escreve o SuperSite for Windows.

Uma reportagem anterior da CNET havia afirmado que a Microsoft cobraria uma taxa pela atualização, mas sem citar valores. O veículo disse que o programa iria começar junto ao lançamento da Release Preview do Windows 8.

A Gigante de Redmond disse que irá enviar o preview na primeira semana de junho. Se a empresa mantiver o mesmo esquema que usou em 2009 para entregar o release do Windows7, a data mais provável é 5 de junho. Clientes elegíveis devem comprar um novo PC com Windows7 entre junho de 2012 e janeiro de 2013.

Ao contrário dos últimos dois upgrades – um programa de 2006 para o Windows XP atualizar para o Vista e um acordo de 2009 para a atualização do Vista para o Windows 7 – desta vez a companhia não irá migrar os usuários para a edição correspondente do Windows8, mas em vez disso, fornecer a todos a Windows8 Pro, versão mais sofisticada dos dois que estará amplamente disponível no varejo, disseram Thurrott e a CNET. Os dois planos anteriores de atualização ofereciam o novo sistema operacional para qualquer pessoa sem nenhum custo ou por uma pequena taxa. 

Embora a Microsoft não tenha divulgado o preço de atualização para o Windows 8 e Windows 8 Pro, se  continuar fiel a seu sistema atual, essas versões irão custar 120 e 200 dólares,  respectivamente. O custo de 15 dólares da Microsoft para atualizar o Windows8 para a versão Pro, então, representaria um desconto de quase 93%.

A empresa já anunciou que a nova versão do Windows não terá suporte nativo para DVD, mas que o Windows Media Player continuará disponível em todas as edições do sistema operacional. Se você quiser esse tipo de recurso, terá que pagar pelo Windows Media Center, que funcionará como um add-in no Windows8 Pro.

Fonte: Site IDG Now. 

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Gradiente volta ao mercado e lança tablets Android

A Gradiente, uma das principais marcas no setor de eletrônicos na década de 80, anunciou sua volta ao mercado nesta quarta (16).

A empresa, fora do mercado desde 2006, agora pertence à CBTD – Companhia Brasileira de Tecnologia Digital, que arrendou por 360 milhões os direitos de uso da marca e começou a operar em agosto do ano passado, com aporte de 68 milhões de reais. O CEO Fabio Vianna diz que o foco da Gradiente será o mercado de entretenimento doméstico, celular, eletrônicos infantis e tablets.

"Planejamos lançar mais de 20 produtos até o final do ano", diz o executivo, que projeta lucro já no primeiro ano. "Nosso objetivo é atingir a classe média e a média-alta", diz Eduardo Toni, diretor de marketing.

Segundo Vianna, a empresa não irá competir por grandes volumes de market share. "Nosso foco é a rentabilidade".

Justamente por essa falta de grandes números é que a CBTD irá se focar no e-commerce, afirma o CEO. Inicialmente, o plano é que este ano metade das vendas venha do site, mas a empresa não revela metas de produção ou faturamento. 

A produção, terceirizada, será no Brasil – a empresa não revela quais são as fabricantes. A linha de áudio e vídeo em Manaus, e a de eletrônicos em São Paulo.

Para ele, o longo tempo afastado do mercado não prejudica a empresa. "A tecnologia permite justamente isso. Nossos produtos estão em linha com o que há de mais moderno", disse.

Tablets e infantis
O produto mais chamativo é o tablet Oz Black. Ele vem com Android 2.3.1, tela de 8", processador de 1 GHz e câmera de 2MP. O produto chega em 30 dias, por mil reais.

Com as mesmas especificações e preço, o colorido Oz MPG é voltado para crianças. Ele vem com aplicativos como Galinha Pintadinha, cocoricó, Palavra Cantada, Cartoon Network e iG Jogos e Infantil. Um sistema de controle parental permite bloquear acesso a aplicativos e ao browser. 

A empresa disse que mais aplicativos estarão em sua loja de aplicativos, a Gradiente Apps. Toni diz que já estão disponíveis 40 mil apps, e que a fabricante fará parcerias com lojas, além de desenvolvimento interno de software e interface.

Entre os celulares, destaque é o Safe Phone. Ele traz um botão SOS na parte traseira que dispara ligações e a localização, por GPS ou triangulação, para até cinco números, lanterna, teclas grandes e base para recarga de bateria.

Em entretenimento doméstico, home theater wireless no formato barra, Blu-ray player 3D com conexão Ethernet e fone de ouvido. Para as próximas semanas, devem chegar TVs Full HD e o Linkbox, um media player com Android para ser conectado à TV – ele virá com teclado em português e touchpad.

Por fim, quatro eletrônicos infantis – cámera com 2MP, efeitos de imagem e flash, fones de ouvido com controle de decibéis, DVD portátil com suporte para carro. Para os próximos meses, a empresa promete a volta de outro ícone: o karaoke portátil, agora com rádio FM e suporte a pendrive.

Fonte: Site IDG Now.

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No Dia da Internet, UIT pede mais participação feminina na tecnologia

Nesta quinta (17), é comemorado o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação - também conhecido como Dia Mundial da Internet. A data existe desde 1969, ano em que foi criada a União Internacional das Telecomunicações (UIT) e aconteceu a primeira convenção internacional do setor. 

Este ano, o tema escolhido para marcar data é "Mulheres e Jovens na Sociedade de Informação (Women and Girls in ICT)". De acordo com o órgão da ONU, é uma homenagem ao papel feminino no setor e um alerta para as situações de desigualdades que continuam a existir neste mercado de trabalho. "A situação é inaceitável e deve ser combatida por todos os meios disponíveis", defende Hamadoun Touré, secretário-geral da União Internacional das Telecomunicações, em mensagem no site da entidade. “Também peço a nossos parceiros – líderes políticos, legisladores, reguladores, operadoras, indústria e sociedade civil – para que adotem políticas e estratégias que promovam oportunidades para mulheres no setor”. 

A página especial sobre o Dia da Internet também traz um histórico da data e eventos pelo mundo em sua comemoração, disponíveis em um mapa. Outra iniciativa da UIT ligada ao tema deste ano é um projeto para incentivar o ingresso das mulheres nas áreas ligadas às TIC. O portal Girls in ICT  explica o que é o dia das telecomunicações e reune argumentos para incentivar mulheres jovens a entrar na área. O site também traz oportunidades (prêmios, networking, formação e trabalho), divididas por regiões e áreas de interesse.

Fonte: IDG Now. 

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Microsoft deve faturar US$ 250 milhões no IPO do Facebook

A Microsoft está pronta para faturar 250 milhões dólares quando vender 20% de sua participação no Facebook, estimada em 1,8%, na oferta inicial próxima pública (IPO) da gigante das redes sociais. No extremo do valor proposto por ação (38 dólares), a participação total da Microsoft estaria avaliada em cerca de 1,25 bilhão de dólares.

De acordo com a última apresentação de regulamentação pelo Facebook, a Microsoft está vendendo pouco mais de 6,5 milhões, cerca de 32,7 milhões de ações, o que renderia 249,1 milhões de dólares. Se os investidores no IPO exercerem plenamente a sua opção de compra de ações adicionais, então a Microsoft ganharia um adicional de 37 milhões de dólares com a venda adicional de 983 mil ações.

Em outubro de 2007, a Microsoft investiu 240 milhões de dólares no Facebook, em um acordo que avaliava a rede social em cerca de 15 bilhões.

Quando a Microsoft investiu no Facebook, o MySpace.com, da News Corp, era a líder indiscutível. Desde então, o Facebook tornou-se um monstro com quase 1 bilhão de usuários.

Fonte: Site IDG Now.

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Jogos sociais no marketing do e-commerce

A cada ano surge um artifício, uma promessa, para aumentar o engajamento dos consumidores e também as vendas do comércio eletrônico.

Para 2012, a aposta está na ‘gameficação’ das plataformas de e-commerce. Esse já é um mercado promissor no Brasil. Segundo a Superdata, em apenas três anos, o faturamento dos jogos sociais vai saltar para US$ 238 milhões, contra os US$ 136 milhões estimados para o ano que passou.

Jogos sociais funcionam atualmente como ferramentas de marketing para estimular a interação do público-alvo com a marca ou empresa e em breve devem começar a trajetória em lojas virtuais. Os games tornam a compra uma experiência mais divertida e, por isso, podem impactar diretamente no volume das vendas.

Com 35 milhões de usuários no mercado – de acordo com estudo divulgado pela NewZoo –, os games virtuais atraem também pela facilidade de uso, um dos conceitos que devem permanecer quando aplicados ao e-commerce.

A expertise da empresa precisa ser contemplada para garantir o envolvimento do consumidor com o produto de interesse. Integrar jogos ao processo de compra é ainda uma tendência, projetada para começar a se difundir neste novo ano e a expectativa é que ela dê muito certo quando relacionada ao gosto do público-alvo.

Vida real

Grande parte dos jogos sociais é desenvolvida para ser uma extensão da vida real. Assim também funcionam as redes de relacionamento, onde os games poderão repercutir positivamente para a marca. Algumas empresas enxergaram longe e já garantiram presença no ambiente de jogos populares em plataformas sociais, como o Facebook.

Iniciativas que visam o engajamento do consumidor são fundamentais no comércio eletrônico, principalmente por conta da concorrência acirrada vivida pelos empresários do setor. É importante estar à frente das necessidades do consumidor.

Os jogos sociais não precisam estar implementados direto na plataforma de vendas. Eles podem ser disponibilizados nas fan pages, por exemplo, um ambiente propício para aumentar a interação do público e facilitar a inserção de aplicativos. O que está claro é que eles podem ser aliados na hora da venda. 

Fonte: Site Webinsider. 

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Celular, tablet e notebook são sonhos de consumo dos brasileiros

Em relação à compra de celulares, a preferência é pelo pagamento à vista. Tablet e notebook, a prazo, revela pesquisa da Acrefi

Pesquisa inédita realizada pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) em conjunto com o Instituto Data Popular revela que os três produtos mais desejados pelos brasileiros em 2012 são respectivamente: celular (37 milhões de pessoas), notebook (32,4 milhões) e tablet (25,6 milhões). A pesquisa intitulada "Desejos de Consumo do Brasileiro em 2012" – Acrefi-Data Popular foi realizada entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, com 1019 entrevistados de todo o País.

"Quanto às formas de pagamento, a maioria prefere parcelar as aquisições de notebooks e tablets. Em relação à compra de celulares, a preferência é pelo pagamento à vista", comenta o economista-chefe da Acrefi, Nicola Tingas.

A pesquisa confirma que a demanda de Crédito de Consumo continua alta no Brasil. De um modo geral, 61% dos brasileiros desejam comprar a prazo em 2012, enquanto 39% declararam querer fazer compras à vista.

“Mesmo com a dificuldade de pagamento de dívidas iniciada a partir da forte contração do ritmo de crescimento da economia em 2011, o brasileiro quer poder continuar a ter um padrão de consumo e de vida mais compatível com o desenvolvimento do país e de sua ascensão em termos de emprego e renda”, diz Tingas.

Em relação às intenções de pagamento à vista versus parcelamento, há diferenças entre as classes de emergente (C, D e E) e as classes altas (A e B): enquanto o pagamento a prazo por itens como notebooks, tablets e celulares respondem, respectivamente, por 51,%, 50% e 41,3% das pretensões de compra das classes C, D e E; o indicador de compras a prazo vai, respectivamente, para 59%, 68,9% e 51,3% dos mesmos produtos.

"As classes A e B também pretendem comprar a maioria dos bens a prazo em 2012. Independente da compra ser feita para uso individual ou familiar. Apenas para os casos de fogão e jogo de quarto, pagamento à vista é o preferido", afirma o diretor do Instituto Data Popular, Renato Meirelles.

Fonte: Site IDG Now.

 

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Brasil faz parte da “terceira divisão” a receber novo iPad

Empresa não realizará evento de lançamento no país; tablet da Apple começará a ser vendido entre os dias 11 e 12/5

A Apple fez um anúncio em seu site afirmando que o novo iPad chegará ao Brasil e mais 30 outros países entre os dias 11 e 12 de maio. Por aqui, a data de lançamento já havia sido revelada oela operadora TIM, que soltou um comunicado afirmando que tablet começará a ser vendido nessa sexta-feira. 

Além do país, o novo iPad começerá a ser vendido também na Argentina, Aruba, Bolívia, Botswana, Camboja, Chile, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Jamaica, Quênia, Madagascar, Malta, Martinica, Maurícia, Marrocos, Peru, Taiwan, Tunísia e Vietnã. No dia seguinte, o dispositivo começará a ser comercializado nas Bahamas, Egito, Jordânia, Kuwait, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. 

Diferentemente do ano passado, a Apple afirmou que não irá realizar um evento oficial para o lançamento do produto, que chegou pouco mais de dois meses depois do início das vendas nos EUA. A primeira versão do tablet, que só começou a ser vendida oito meses depois do lançamento nos EUA, não teve um evento oficial da empresa de Cupertino, e algumas lojas de varejo autorizadas pela Apple, como a FNAC, iniciaram as vendas à meia-noite. 

Por enquanto, nenhuma outra operadora anunciou que fará a venda do aparelho, enquanto que, em algumas lojas de varejo, já há propagandas indicando que as vendas começam no próximo dia 11, todavia, não há nenhuma informação a respeito do preço do produto. 

 

O novo iPad chegou ao mercado com processador A5X dual-core com quatro núcleos de processamento, tela Retina Display, câmera iSight de 5 megapixels e com conexão 4G LTE (opcional). Apesar do sucesso nas vendas, o equipamento esteve envolvido em diversas polêmicas entre os usuários, que afirmavam que o aparelho poderia superaquecer  ao realizar certas tarefas. 

Fonte: Site IDG Now.

 

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MasterCard lança carteira digital para compras

Consumidores poderão utilizar serviço para compras online, móveis e físicas; sistema utilizado será o já conhecido PayPass

A companhia global MasterCard acaba de entrar nos negócios de "carteiras digitais". A nova oferta, chamada de PayPass Wallet Services, será conduzida por meio de seu sistema de ponto-de-venda PayPass, com aproximadamente 500 mil pontos ao redor do mundo, onde consumidores podem recorrer a um cartão ou celular com Comunicação de Campo Próximo (NFC, em inglês) para realizar uma compra. A empresa também permitirá que terceiros criem sistemas de pagamentos com suas próprias marcas.

O método foi anunciado durante um evento na segunda-feira em New Orleans, noite anterior ao começo da apresentação do CTIA Wireless. No principal discurso, que aconteceu na manhã de terça-feira, a companhia também revelou uma parceria com a Intel para ajudar os fabricantes de PC a construírem um hardware de “toque-e-pague” para ultrabooks.

Para usar o chamado PayPass Wallet, os clientes irão se inscrever e fornecer informações para 25 cartões de crédito, incluindo outras marcas que não a MasterCard, além de informações de envio. Ao realizar uma compra online ou via celular, eles poderão escolher um cartão e um destinatário além daqueles selecionados anteriormente.

Quando forem comprar pela web ou via fone, os usuários irão tocar o logo do PayPass Wallet Services e será solicitada uma senha única. Uma vez digitada, irão escolher um cartão e um local de envio e clicar para completar a transação; usando um telefone equipado com NFC em um terminal de loja, eles também terão que passar pelo “carrossel” de seleções, mas irão escolher um cartão da sua lista para ser usado com o sistema de “toque-e-pague” do PayPass.

O que mantém a processo da MasterCard diferente dos outros sistemas de “carteiras digitais” anunciados pela Visa, Google, PayPal e outras, é como a companhia está abrindo sua plataforma para terceiros, disse o analista da Gartner, Mark Hung. Bancos e outros parceiros poderão adotar o PayPass Wallet Services de dois jeitos diferentes: usar o serviço próprio da MasterCard, sob sua própria marca, ou simplesmente usar a interface do programa de aplicação (API, em inglês) da empresa para construir sua própria plataforma. O único sinal da MasterCard em ofertas de parceiros será o logotipo da empresa, localizado junto ao logo do PayPass Wallet.

A oferta “V.Me” da Visa, anunciada ano passado, também possui extensão de compras online, móvel e em lojas, mas a empresa está “abraçando sua oferta junto ao peito” mais do que a MasterCard, disse Hung. Isso significa que os consumidores terão mais oportunidades de oferta ao ingressarem no PayPass Wallet, ele completou. E em comparação com o PayPal, que está se aproximando das lojas físicas a partir do online e móvel construindo lentamente sua rede de venda de dispositivos, a MasterCard possui uma vantagem na parte mais difícil da equação, concluiu.

 

Fonte: Site IDG Now.

 

 

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O uso racional da tecnologia: economia e sustentabilidade

Algumas práticas simples fazem enorme diferença nas contas no final do mês e, consequentemente, melhoraram a competitividade das empresas.

Em empresas de todos os portes e também no ambiente doméstico, é muito comum que os usuários de computador se ausentem desse equipamento sem desligá-lo. Junto a ele, diversos equipamentos como estabilizadores, roteadores, impressoras e nobreaks permanecem sem uso, ainda que conectados durante horas a fio.

Sei que em um primeiro momento essa atitude pode parecer insignificante, mas após uma análise cuidadosa passam a ser perceptíveis os seus prejuízos. Estes seguem pela contramão das tendências que prezam pela economia e sustentabilidade no uso das soluções tecnológicas.

Acredito que a origem desse hábito seja a falta de conscientização sobre o assunto como um todo, além da ausência de uma clara política de sustentabilidade na maioria das empresas. Porém, é preciso que o consumidor entenda que, mesmo em stand-by, esses aparelhos gastam energia significativa ao longo dos anos.

Para entendermos melhor esse raciocínio, segue o seguinte exemplo: se considerarmos o desligamento de três equipamentos com potência de 300W em uma jornada de 9 horas de trabalho, é possível economizar cerca de 405KW, o que corresponde a aproximadamente R$ 117,45.

Em uma empresa, esse dinheiro pode ser revertido em benefícios para os funcionários, como premiações, além de campanhas de vendas e marketing. Ou seja, ações de baixo investimento, mas que geram resultados significativos. Existe ainda a possibilidade de se conseguir algum desconto na conta de luz, caso não se ultrapasse determinada quantidade de KW.

Já no ambiente doméstico, de acordo com dados da Eletrobras, a quantidade de energia descrita é o suficiente para o funcionamento de mais de 400 horas de um ferro elétrico, 600 para uma cafeteira e 800 para uma máquina de lavar roupas.

Além da disciplina no desligamento desses equipamentos, o consumidor brasileiro também pode contar com outros artifícios. Hoje, já existem produtos no mercado criados com a finalidade de reduzir custos com energia. Um exemplo são os roteadores equipados com botões que permitem o desligamento da rede Wi-Fi, enquanto sua função de fornecimento de internet continua ativa para os computadores conectados. Há ainda alternativas como o uso de aparelhos mais econômicos e estéticos, como monitor de LCD ao invés do antigo CRT, além da possibilidade de instalação de sensores de presença, que auxiliam no desligamento das luzes. 

Fonte: Site Webinsider.

 

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