Tela maior estimula consumo e produção de conteúdo em aparelhos, diz estudo

Quanto maior é a tela do aparelho, mais coisas seus donos fazem com ele.

Smartphones menores e tablets maiores invadem mercado de eletrônicos
A conclusão é de um estudo global sobre smartphones divulgado na semana passada pela empresa de pesquisa de mercado Kantar Worldpanel ComTech.
 
Entre outras atividades, proprietários de celulares grandalhões navegam mais na web, baixam mais aplicativos, usam mais redes sociais, jogam mais games e fazem mais download de música, segundo a pesquisa.
 
Apenas 19% dos donos de celulares inteligentes com tela menor do que 3 polegadas veem vídeos, de acordo com o estudo. Esse número aumenta para 65% entre proprietários de aparelhos com tela de 5 polegadas ou mais.
 
Divulgação
 
Samsung Galaxy Note 2 é o maior smartphone da Samsung, com tela de 5,5 polegadas (1,5 polegada a menos que alguns tablets); pesquisa diz que tela maior ajuda a reter clientes
O uso de mapas e GPS também cresce bastante quando se passa de um extremo ao outro: 30% nas telas menores; 75% nas maiores.
 
Celulares cujas dimensões se aproximam das dos tablets estão se tornando "notavelmente mais populares", observa a pesquisa, que constatou que smartphones com tela acima de 4,5 polegadas representaram 29% das vendas globais de aparelhos com Android no segundo trimestre deste ano.
 
Com 4,8 polegadas, o Samsung Galaxy S 3, um dos expoentes de sua categoria, vendeu 20 milhões de unidades ao redor do mundo, afirmou na semana passada a empresa, líder global de venda de smartphones.
 
"Os dados mostram que consumidores que estão mais envolvidos com seus celulares são aqueles mais propensos a permanecer leais a um sistema ou a uma marca no futuro", afirmou Dominic Sunnebo, diretor global de consumo da Kantar.
 
"Tamanhos maiores não apenas conduzem a uma experiência de consumo melhor como também podem desempenhar um papel fundamental na retenção de clientes."
 
TEMPO VS. TAMANHO
 
O tamanho da tela de um aparelho é proporcional ao tempo que o usuário passa com ele, de acordo com Markus Schuetz, diretor sênior de imprensa da Dell para Europa, Oriente Médio e África.
 
"Se você precisa apenas conferir o e-mail ou a previsão do tempo, o smartphone funciona. Se você quer surfar um pouco na web, a tela deve crescer um pouco mais, para algo em torno de 10 polegadas", afirma Schuetz.
 
Se o objetivo é trabalhar de verdade, o melhor é recorrer a uma tela maior ainda, de um laptop ou de um monitor de mesa, e a um teclado físico, segundo o executivo.
 
Angela McIntyre, analista da Gartner, concorda.
 
"Quando falamos sobre produtividade, como digitar um relatório ou uma carta longa, é melhor que as pessoas estejam diante de uma tela maior. Depois de algumas horas, olhar para uma tela de 7 a 10 polegadas é desconfortável."
 
Fonte: FolhaUol

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Brasileiro usa a internet no banheiro e durante encontros românticos, diz pesquisa

No Brasil, o uso da internet via dispositivos móveis é mais comum em eventos esportivos (24%) e durante as refeições (22%), mas também acontece no banheiro (16%), dentro do cinema (14%), durante um encontro romântico (13%) e até mesmo em igrejas (8%) e funerais (3%).

As conclusões são da "Etiqueta Móvel", pesquisa sobre uso de dispositivos móveis e hábitos on-line realizada pela Intel em oito países.
 
Alguns dos assuntos mais discutidos por jovens e adultos brasileiros na rede são esportes e música. Quatro em cada dez adultos no Brasil compartilham informações relacionadas a esportes na internet e cerca de 70% consomem música e divulgam suas preferências on-line.
 
Brasileiro usa a internet mesmo no banheiro, diz pesquisa
O Brasil também é o país que mais discute religião pela rede –39% dos entrevistados posta sobre o tema com frequência, em contraste com países como Japão (1%), França (3%) e Austrália (8%);
 
A pesquisa também identificou os maus hábitos das pessoas no uso do celular e outros dispositivos móveis em público: 95% dos brasileiros gostariam que as pessoas fossem mais educadas no uso de seus dispositivos móveis em público, mesmo percentual que a França.
 
Os principais maus hábitos apontados por aqui são o uso de dispositivos com o volume muito alto (considerado irritante por 62% dos entrevistados) ou falar ao telefone aos berros (59%). Outros hábitos desagradáveis são os de falar ou digitar enquanto dirige (53% e 49%, respectivamente) e assistir a conteúdo impróprio, como pornografia, em ambientes públicos (49%).
 
Veja outros pontos da pesquisa :
 
22% dos adolescentes brasileiros atualizam suas redes sociais obsessivamente, várias vezes ao dia. Os adultos não ficam muito atrás –16% tem o mesmo hábito;
Os conteúdos mais compartilhados pelos brasileiros são: fotos (68%, maior média entre os oito países pesquisados), notícias do dia (49%), recomendações de compras (48%), análises de produtos (47%) e esportes (41%);
44% dos adultos admitiu que se sentem mais confortável compartilhando detalhes de sua vida pessoal on-line do que em pessoa;
33% dos adultos admitiram ter personalidade on-line diferente da vida real, enquanto 23% admitiram ter compartilhado informações pessoais falsas pela rede. Os homens são um pouco mais mentirosos do que as mulheres – 26% contra 21%.
 
Fonte: FolhaUol

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Novo iPhone deve ser lançado hoje

Nesta quarta-feira, dia 12, a Apple irá fazer um anúncio a partir das 14h em São Francisco, nos Estados Unidos. O que todos estão aguardando é o tão esperado lançamento do novo iPhone, ao qual sua primeira versão foi lançada em 2007.

Nos últimos meses os rumores sobre o lançamento do suposto iPhone 5 não pararam, assim, muitos estão apostando no dia de hoje para conhecer o novo modelo de smartphone da companhia da maçã.
 
De acordo com as informações dos últimos meses, o novo iPhone deverá vir com uma tela maior que o atual modelo, assim, superior a 4 polegadas e ainda com tecnologia Retina Display, de alta definição, com sensores de toque no próprio vidro e assim o aparelho poderia ser mais fino que os atuais.
 
Além do mais o aparelho deverá vir com um processador mais valente, os rumores apontam que ele contará com o A5X, o mesmo chip usado no último iPad. O iPhone 5 deverá contar com 1 GB de RAM, bem como armazenamento de a partir de 16 GB.  O que muitos especialistas também estão apostando é que o aparelho venha acompanhado com acesso à rede 4G.
 
Fonte: Oficinadanet

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Lojas virtuais são canais mais procurados pelos latino-americanos

Os portais das lojas virtuais são os canais mais acessados e onde os consumidores latino-americanos mais iniciam suas compras. De acordo com estudo da comScore sobre o e-commerce na América Latina, 68% dos compradores online  do Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela começam o processo de aquisição de produtos e serviços utilizando os próprios sites das marcas.

Em segundo lugar a pesquisa em portais de busca por meio de palavras-chave, com índice de 56%. Em seguida estão os anúncios na internet, com 36% e referências de amigos, colegas ou parentes, com 29%. As redes sociais, os comparadores de preços e os leilões online ficaram empatados, com 26%. Os anúncios offline aparecem com 25% e cupons ou promoções ficaram em último lugar, com 21%.
 
Entre as categorias mais procuradas no e-commerce latino, roupas e acessórios ficaram em primeiro lugar, com índice de 43%. Produtos de informática contam com um índice de 41% das buscas e, em terceiro lugar, aparecem produtos ligados a música, filmes ou vídeos, com 36%. Em seguida estão eletrodomésticos (35%), hardware de computador (33%), ingressos de entretenimento (31%), férias e viagens (27%). Saúde e cuidados de beleza junto com livros e revistas aparecem empatados, com 24%. As categorias de esporte e fitness são os menos buscados, com índice de 15%.
 
De acordo com a comScore, os portais de e-commerce nacionais são os mais preferidos na Argentina, Brasil e Chile, enquanto os consumidores no México e Venezuela são mais propícios a escolherem sites internacionais. Entre os países que mais gastaram no comércio eletrônico, o destaque é para o Brasil e a Venezuela. O motivo que levam os latino-americanos a comprarem pela internet, segundo o estudo, é a conveniência. A principal barreira foi preocupações quanto a privacidade.
 
Fonte: Mundodomarketing

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Google lança aplicativo do YouTube para iOS

Nesta terça-feira, dia 11, o Google lançou um novo aplicativo para o sistema operacional iOS do YouTube. O lançamento deve-se ao fato de que a Apple irá retirar o programa nativo do serviço, que já vem instalados nos aparelhos como iPhone, iPad e iPod, na sua próxima versão do sistema operacional móvel, o iOS 6.

O novo programa funciona da mesma forma que outros aplicativos do Google. Assim, é possível acessar a conta, assinaturas, favoritos, listas, como também assistir vídeos legendados.
 
No novo aplicativo também é possível contar com melhorias na navegação, com opções de compartilhar conteúdos nas redes sociais como Twitter, Facebook e Google+. O Google informou que os vídeos que antes não eram compatíveis com os aparelhos Apple, agora poderão ser reproduzidos.
 
Fonte: Oficinadanet

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Pinterest conta agora com aplicativos para Android e iPad

O Pinterest, famosa rede social, na qual os usuários podem formar murais com diversas fotos, após anunciar recentemente que para fazer parte do grupo não era mais necessário convite, ganhou agora aplicativos para Android e iPad. O aplicativo para iPhone também ganhou melhorias.

A rede social informou que o aplicativo para Android foi desenvolvido para ter bom funcionamento em smartphones e tablets, independente do tamanho da tela do aparelho.
 
O aplicativo para iPad, por sua vez, tem a capacidade de acompanhar o que os amigos estão publicando nos seus murais sem precisar de um navegador externo. O aplicativo para iPhone, que recebeu alguns retoques, conta agora com um visual em duas colunas e, de acordo com o próprio Pinterest, ficou mais fácil de manusear.
 
O Pinterest foi criado em 2010, no entanto, apesar do seu pouco tempo de existência, se tornou a terceira rede social mais acessada nos Estados Unidos, perdendo apenas para o Facebook e Twitter.
 
Para quem ficou interessado, os novos aplicativos já estão disponíveis na App Store e na Google Play.
 
Fonte: Oficinadanet

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Brasil em pleno crescimento em Android e iOS

O Brasil  já é considerado o terceiro país que mais cresce no mercado de dispositivos móveis equipados com o Android e também iOS, disse a pesquisa da consultoria Flurry, que foi divulgada na última segunda-feira, dia 27.

A China é considerado o país que mais cresce para dispositivos equipados com o sistema operacional Android e iOS, com uma alta de 401% entre julho e 2011 e o mesmo período de 2012. O Chile está em segundo lugar no índice de crescimento, atingindo alta de 279%. O Brasil, por sua vez, em terceiro lugar, com crescimento de 220% no mesmo período.
 
Os Estados Unidos é ainda o país que mais possui dispositivos equipados com Android e iOS ativos, com o total de 165 milhões de aparelhos. A China, em segundo, com 128 milhões de aparelhos ativos e o Reino Unido, em terceiro lugar, com 31 milhões de aparelhos. O Brasil está apenas da décima posição do ranking, totalizando 13 milhões de dispositivos ativos com o Android e iOS.

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Decisão de compra é cada vez mais baseada em comentários na web

O consumidor brasileiro dá importância cada vez maior às informações disponibilizadas sobre produtos e serviços na web e usa estas informações para tomar decisões de compra. Esta é uma das conclusões de uma pesquisa realizada pela DraftFCB. O Brasil está entre os que mais possuem pessoas obcecadas por informação, 19% dos entrevistados. Eles são chamados de Information Obsessed, consumidores que não hesitam em verificar toda a informação disponível sobre uma marca antes de decidir pela compra de um produto ou serviço.

Entender como o consumidor se comporta em relação a esta onda de informação é um dos pontos norteadores da pesquisa que ouviu três mil entrevistados em cinco países: Brasil, China, Índia, Estados Unidos e Alemanha. “O mundo está mais complexo em relação à quantidade de informação disponível. Temos algumas mudanças importantes, como a quantidade de informação, o empoderamento do consumidor e a forma como o este cliente usa a informação para tomar sua decisão”, explica Patrícia Marinho, VP de atendimento da DraftFCB, em entrevista ao Mundo do Marketing.
 
Brasileiro está mais atento à reputação
Os consumidores obcecados por informação dão peso especial para as opiniões de outros clientes compartilhadas em blogs, sites e nas redes sociais. A reputação das marcas também é um fator levado em consideração. Cerca de 49% dos entrevistados entendem a reputação como o item de maior peso para a tomada de decisão. Em outros países, este índice foi menor: somente 35% dos americanos e 22% dos alemães colocaram a reputação em primeiro lugar.
 
Além do obcecado, a pesquisa identificou outros quatro tipos de consumidor de acordo com a maneira como este se relaciona com a informação. Após o obcecado, temos o seletivo – 14% dos entrevistados, um consumidor que filtra melhor o conteúdo que acessa. Outros 19% são classificados como funcionais, realizando buscas na web de maneira pragmática. Nesta categoria se enquadram consumidores que declaram não gostar de pesquisas sobre as marcas, mas o fazem por necessidade.
 
Os outros dois perfils são de pessoas que não costumam buscar informações ou realizar pesquisas. No Brasil, 36% dos entrevistados se enquadram no perfil de passivo, apenas reagindo às informações que recebem ou optando por marcas conhecidas para tomarem uma decisão rápida. Pelo excesso de informação disponível, o passivo acaba frustrado e confuso. O último perfil é o information hater, um consumidor que evita a informação e não consegue utilizá-la para a tomada de decisão.
 
Os três primeiros tipos de consumidor têm participação muito ativa nas redes. De certa forma, eles ajudam na reputação das marcas. Apesar disso, nossa população não se mostra muito engajada. “O Brasil tem muitos consumidores nos níveis um e dois, em um índice um pouco maior que a média (33% somando obcecados e seletivos). Ele tería uma tendência a influenciar mais do que outros países. Apesar disso, o brasileiro ainda influencia pouco, pois não é naturalmente engajado. Porém, por termos tantos obcecados por informação, nossos consumidores possuem grande potencial de influência”, afirma Patrícia.
 
Marcas precisam reaprender a gerenciar informações
Os perfis apontados pela Draft sinalizam para a necessidade de um melhor gerenciamento da informação por parte das empresas. Durante o processo em que o consumidor pesquisa sobre um produto ou serviço, ele também está criando uma experiência com a marca. “Se reconhecemos que a busca que o cliente faz  também é parte da experiência com a marca e também parte do processo de decisão de compra, tão importante quanto o preço ou outros elementos, é provável que tenhamos que reaprender a gerenciar isso. A marca terá que desempenhar um papel de curadora”, alerta a VP de atendimento da Draft.
 
Outro apontamento é que 89% dos consumidores brasileiros procuram informações sobre os produtos após a compra. De acordo com o estudo, esta seria uma característica comportamental onde o comprador busca fatos e evidências para confirmar que fez uma boa escolha. Pelo perfil mais comunicativo da nossa população, as buscas que confirmem a boa compra e o compartilhamento com sua rede de amigos e conhecidos seria uma maneira do consumidor brasileiro ampliar o seu capital social.
 
Famílias e amigos ainda representam a principal fonte de informação para o consumo. As propagandas e outros meios tradicionais vêm em segundo plano como meio de consulta. Também aumentou a importância dos reviews de produtos em sites e nas redes sociais. A influência de um consumidor sobre o outro é direta. “As empresas sempre trabalharam com segmentações demográficas, mas talvez seja hora de pensar em segmentar o público pela maneira que este se comporta em relação à informação disponível e sobre como ele a utiliza para tomar suas decisões de compra”, finaliza Patrícia.
 
Fonte: Mundodomarketing.

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Foursquare: busca por relevância

Muitos podem até considerá-lo perda de tempo, mas o fato é que o Foursquare, uma das maiores e mais relevantes plataforma de geolocalização social disponível, já possui mais de 20 milhões de pessoas ao redor do mundo dispostas a utilizar o aplicativo para explorar sugestões interessantes de locais para visitar e, claro, compartilhá-los com os amigos. São mais de 2,5 bilhões de check-ins, número que cresce aos milhões todos os dias. Isso porque a rede premia com pontos e medalhas os aventureiros que ousarem sair de seus confortáveis sofás em busca de novos ares mundo afora.

Para deixar a brincadeira ainda mais interessante, a rede permite aos donos de estabelecimentos a criação de ofertas especiais para os clientes mais fiéis e aqueles que estão visitando o local pela primeira vez. Mais do que uma simples rede social, o Foursquare se apresenta como uma incrível oportunidade de mercado no ambiente mobile.
 
Porém, a rede possuía um problema que atinge diversas outras redes sociais que explodiram nos últimos meses, como o Instagram e o Pinterest: A ausência de um modelo de negócios rentável tem mantido vivas algumas redes graças a parcerias e investidores. Entretanto, diferentemente das redes citadas, o Foursquare parece estar encontrando o caminho das pedras para ganhar dinheiro. E isso, claro, pode ter um impacto muito positivo na comunicação digital das marcas.
 
Com o intuito de criar formatos que potencializem a participação na rede tanto de estabelecimentos pequenos quanto de grandes marcas, o Foursquare adotou dois formatos distintos, um gratuito e outro pago, respectivamente: os Local Updates e os Promoted Updates, ambos em fase de teste e exclusivos para poucos anunciantes no momento. Os dois foram desenvolvidos com base no modelo de conteúdo patrocinado, adotado com sucesso por Facebook, Twitter e Tumblr, além de explorarem a forte tendência de comunicação visual em redes sociais, o que deixa as postagens mais atraentes e gera maior identificação com o público, características predominantes de redes como Instagram e Pinterest.
 
Os Local Updates visa atingir clientes fiéis dos estabelecimentos, buscando criar uma conversa com estas pessoas e ampliar ainda mais os laços entre marca e cliente. O formato permite a estas marcas conversarem diretamente com sua clientela, enviando novidades e ofertas para os consumidores quando estão próximos destes locais. Sendo assim, um frequentador do café de seu bairro poderá receber convites de degustação próximo do local. Tal comunicação acontece através do mural de notícias da rede. Ou seja, partindo do pressuposto de que estas pessoas, por frequentarem e gostarem deste local, estão dispostas a receber suas ofertas em seus smartphones, amplificando a relevância de tais anúncios ao mesmo tempo que não estejam sendo incômodas. O formato é gratuito, podendo ser extremamente útil para pequenos estabelecimentos.
 
Ao contrário do Local Updates, o Promoted Updates, como o próprio nome já diz, é patrocinado. Além disso, este formato difere do anterior pelo fato de que seu foco não é fidelizar clientes já existentes, mas sim atrair uma clientela nova a partir dos tipos de estabelecimentos mais frequentados pelos usuários e seus hábitos de saídas. Por exemplo, uma pessoa que adora jantar massas poderá ser facilmente impactada por uma tratoria durante a noite. Com relação ao conteúdo, porém, o Promoted Updates é muito semelhante ao Local, abrindo a possibilidade para o estabelecimento oferecer ofertas e novidades para estes usuários. O curioso deste formato é sua exposição exclusiva na aba Explore, utilizada para auxiliar o usuário a se aventurar por novos locais próximos de si. Assim, o update se torna extremamente relevante para os exploradores, uma vez que os usuários já esperam receber sugestões da rede social.
 
Com esses dois novos formatos, o Foursquare dá um passo enorme dentro do próprio nicho. A rede passa a permitir uma maior comunicação entre estabelecimento e consumidor, além de transmitir suas novidades e ofertas para um público extremamente aberto a recebê-las. Dessa forma, a comunicação não se torna invasiva ou incômoda, algo que muitos reclamam dos anúncios veiculados tanto no Facebook quanto no Twitter. A rede também passa a explorar de forma muito mais enfática a questão da comunicação visual dentro das redes sociais, que tem se mostrado uma poderosa tendência de mercado.
 
Mais do que isso, o Foursquare se posiciona como forte parceiro estratégico de negócios, sendo integrado de forma definitiva nos planos de comunicação digital, dada a enorme relevância para os usuários dispostos a utilizar a rede social não apenas para compartilhar seus passos, mas sim como ferramenta de exploração urbana.
 
Fonte: Proxxima

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Social TV já é um fenômeno do mercado de massa, revela pesquisa

Os dispositivos móveis, como smartphones e tablets, já são uma parte importante da experiência de ver TV. E o chamado Social TV já pode ser encarado como um fenômeno do mercado de massa. É o que revelam os resultados do Relatório de Tendências de Consumo em TV e Vídeo de 2012, estudo anual realizado pelo ConsumerLab, laboratório de pesquisas de comportamento da Ericsson.

Segundo o estudo, 62% dos consumidores usam redes sociais enquanto assistem à TV semanalmente, no mundo. Um aumento de 18 pontos percentuais em um ano. Na divisão por gênero, 66% das mulheres e 58% dos homens têm esse comportamento. Dos que usam redes sociais, 25% o fazem para discutir o que estão assistindo em tempo real.
 
O Brasil participa da pesquisa pelo segundo ano consecutivo e também demonstra o efeito que as redes sociais têm tido no hábito do brasileiro de assistir TV, conectados a diferentes dispositivos. Aqui, o cresciento na quantidade de brasileiros que assistem TV interagindo com outros usuários em redes sociais foi de 25% na variação anual. Esse número, que era de 48% na pesquisa 2011, é agora de 73%.
 
O estudo é baseado em 14 entrevistas qualitativas e 12 mil entrevistas quantitativas feitas online, no Brasil, Chile, China, Alemanha, Itália, México, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Taiwan, Reino Unido e Estados Unidos. O universo pesquisado representa mais de 460 milhões de consumidores.
 
Dispositivos móveis em alta
 
"Nossa pesquisa mostra ainda que 67%  dos entrevistados usam smartphones, tablets ou laptops para assistir à TV ou vídeo. Além disso, 60% dos consumidores afirmam usar serviços sob demanda semanalmente", diz Luciana Gontijo, responsável pelo Ericsson ConsumerLab na América Latina e Caribe. "O hábito de assistir à TV em trânsito está crescendo em popularidade e 50% do tempo gasto assistindo TV e vídeo no smartphone ocorre fora de casa, onde as conexões de banda larga móvel estão facilitando esse aumento.”
 
Embora o comportamento e a demanda estejam mudando, apenas 7% dos clientes dizem que vão reduzir suas assinaturas de TV no futuro. De fato,em vez de tentarem reduzir custos, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma experiência superior: 41% dos usuários estão dispostos a pagar por conteúdo de TV e vídeo em alta definição. Mais da metade dos consumidores querem poder escolher seu próprio conteúdo de TV e vídeo. 
 
“As pessoas estão ávidas por um serviço agregado e fácil de usar que ofereça de tudo. Ele deve permitir aos consumidores reunir TV sob demanda e linear, incluindo conteúdo ao vivo, facilitar a descoberta de conteúdo, potencializar o valor da TV social e oferecer acesso contínuo ao longo de vários dispositivos”, diz Luciana Gontijo.
 
Fonte: Idgnow

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